terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Mensagem do dia

COMEÇANDO O DIA
Na próxima vez que você tiver que fazer uma tarefa que não lhe agrada, pare antes de começar e mude toda a sua maneira de encará-la.Pense que você estará fazendo o trabalho por Deus, e se o seu amor por Ele é como deveria ser, então você encontrará verdadeira alegria e prazer em executá-lo com perfeição.E mais, você perceberá que lhe sobra tempo para fazer tudo o mais que é preciso fazer.Não desperdice seu tempo tentando se convencer que você não tem tempo e é muito ocupado.Simplesmente vá em frente e faça o que tem que ser feito.Permita que sua vida corra suave e calmamente, sem sensação de pressa.Começando o dia da maneira certa, com o coração cheio de amor e gratidão e a certeza que será um dia ótimo e que tudo vai correr perfeitamente, você vai atrair tudo isso para si mesmo.

Educação Inclusiva


A Educação Inclusiva é atualmente um dos maiores desafios do sistema educacional. Criados na década de 70, os pressupostos da Educação Inclusiva fundamentam vários programas e projetos da educação. Nesta seção, encontram-se links de artigos, nomes de entidades, experiências educacionais, legislação, e outras referências sobre o assunto.


A educação inclusiva é um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade de alunos. É uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.
wikipédia.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Escola


Escola é...
O lugar onde se faz amigos,
Não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários e conceitos...
Escola é, sobretudo, gente,
Gente que estuda, trabalha, se alegra, se conhece, se estima.
O aluno é gente, o diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente, cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega,
amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”.
Nada de conviver com pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém,
Nada de ser como o tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Escola é lugar de estudar, mas o importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem, é conviver...
Ora, é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil estudar, aprender, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se,
Ser feliz!
(Paulo Freire)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Mensagen do Dia





Deus Menino veio fazer morada entre nós.
O sinal é a estrela
O cenário é o estábulo

O motivo é comunicar seu amor à humanidade
O presente é Jesus
A certeza é que Deus, o Emanuel, está conosco
O momento é de alegria
O grito é de compromisso

Que a estrela de Belém continue a brilhar.
E que o menino Jesus motive você a participar da construção da nova humanidade.
Que ele aponte o caminho da Boa Nova da Salvação, para promover a paz, justiça e solidariedade.

Desejo à você... Boas Festas de Natal e um abençoado Ano de 2008

terça-feira, 10 de novembro de 2009

20 de novenbro dia da consciência negra

Dia da Consciência Negra

Comunicação e Ação Afirmativa: o Papel da Mídia no Debate sobre Igualdade Racial


Grandes nomes da mídia brasileira, como Ancelmo Gois e Miriam Leitão (jornal O Globo); Márcia Neder (revista Claudia), ao lado de especialistas acadêmicos como Muniz Sodré, diretor da Fundação Biblioteca Nacional, e ativistas do movimento social debateram nos dias 14 e 15 de outubro o papel dos veículos de comunicação numa sociedade democrática, suas responsabilidades e limites.



O seminário surgiu de uma parceria entre a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o Conselho Municipal dos Direitos do Negro (Comdedine) e a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira), com apoio da Coordenadoria Especial de Promoção da Igualdade Racial do Município do Rio de Janeiro (CEPIR).



O CEERT participou da mesa “Da opinião publicada à opinião pública: A fabricação de um consenso anticotas no Brasil” apresentando, em primeira mão, dados iniciais da pesquisa “A Mídia Impressa no Brasil e a Agenda da Promoção da Igualdade Racial – Jornais e Revistas 2001-2008”. (Leia mais sobre a pesquisa no site do CEERT e nesta edição do Boletim).



Segundo o Coordenador Especial de Promoção da Igualdade Racial do Município do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Medeiros, mestre em Sociologia e Direito pela UFF, o encontro questionou a recusa da grande mídia nacional em entrevistar pessoas, celebridades e especialistas favoráveis às políticas de ação afirmativa. Dentre eles, o arquiteto Oscar Niemeyer, o cineasta Nelson Pereira dos Santos, os antropólogos Roberto da Matta e Otávio Velho, o jurista Fábio Konder Comparato, os ministros do STF Marco Aurélio Mello, Joaquim Barbosa Gomes, Celso Mello e Carlos Ayres Britto, os jornalistas Miriam Leitão, Elio Gaspari e Ancelmo Gois, os atores Lázaro Ramos, Wagner Moura e Taís Araújo, os compositores e cantores Gilberto Gil e Martinho da Vila, entre outros.



Os palestrantes tentaram responder as seguintes questões: por que essas pessoas tão relevantes em nossa sociedade não costumam ser entrevistadas sobre o tema ações afirmativas? Seria isso produto de uma ação deliberada de grande parte da mídia brasileira, possivelmente interessada em fabricar uma opinião pública contrária a essas políticas?



Uma das respostas mais interessantes foi dada pelo professor pós-doutor Muniz Sodré. Para ele, a mídia e as elites brasileiras “sentem saudade da escravidão”, um sistema que garantia o distanciamento dos negros. Essas pessoas, arguiu Sodré, “temem algo que eu almejo, a proximidade, pois quando os negros passam a ocupar espaços antes não permitidos, como as universidades públicas, a sociedade muda, a história muda. A visibilidade dos negros é fundamental e ela ocorre com a proximidade, negada por aqueles que são contra as políticas afirmativas”, concluiu.



O encontro foi tema do Blog Afirmativas Memória Lélia Gonzales. Confira a matéria: http://afirmativas.blogspot.com/

Zumbi dos Palmares, o maior ícone da resistência negra ao escravismo no Brasil


Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.

O Quilombo dos Palmares foi fundado no ano de 1597, por cerca de 40 escravos foragidos de um engenho situado em terras pernambucanas. Em pouco tempo, a organização dos fundadores fez com que o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade. Os negros que escapavam da lida e dos ferros não pensavam duas vezes: o destino era o tal quilombo cheio de palmeiras.

Com a chegada de mais e mais pessoas, inclusive índios e brancos foragidos, formaram-se os mocambos, que funcionavam como vilas. O mocambo do macaco, localizado na Serra da Barriga, era a sede administrativa do povo quilombola. Um negro chamado Ganga Zumba foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares.

Alguns anos após a sua fundação,o Quilombo dos Palmares foi invadido por uma expedição bandeirante. Muitos habitantes, inclusive crianças, foram degolados. Um recém-nascido foi levado pelos invasores e entregue como presente a Antônio Melo, um padre da vila de Recife.

O menino, batizado pelo padre com o nome de Francisco, foi criado e educado pelo religioso, que lhe ensinou a ler e escrever, além de lhe dar noções de latim, e o iniciar no estudo da Bíblia. Aos 12 anos o menino era coroinha. Entretanto, a população local não aprovava a atitude do pároco, que criava o negrinho como filho, e não como servo.

Apesar do carinho que sentia pelo seu pai adotivo, Francisco não se conformava em ser tratado de forma diferente por causa de sua cor. E sofria muito vendo seus irmãos de raça sendo humilhados e mortos nos engenhos e praças públicas. Por isso, quando completou 15 anos, o franzino Francisco fugiu e foi em busca do seu lugar de origem, o Quilombo dos Palmares.

Após caminhar cerca de 132 quilômetros, o garoto chegou à Serra da Barriga. Como era de costume nos quilombos, recebeu uma família e um novo nome. Agora, Francisco era Zumbi. Com os conhecimentos repassados pelo padre, Zumbi logo superou seus irmãos em inteligência e coragem. Aos 17 anos tornou-se general de armas do quilombo, uma espécie de ministro de guerra nos dias de hoje.

Com a queda do rei Ganga Zumba, morto após acreditar num pacto de paz com os senhores de engenho, Zumbi assumiu o posto de rei e levou a luta pela liberdade até o final de seus dias. Com o extermínio do Quilombo dos Palmares pela expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1694, Zumbi fugiu junto a outros sobreviventes do massacre para a Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.

Contudo, em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.

“Deus da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo”. Seja qual for a tradução correta do nome Zumbi, o seu significado para a história do Brasil e para o movimento negro é praticamente unânime: Zumbi dos Palmares é o maior ícone da resistência negra ao escravismo e de sua luta por liberdade. Os anos foram passando, mas o sonho de Zumbi permanece e sua história é contada com orgulho pelos habitantes da região onde o negro-rei pregou a liberdade.

Fontes: Dpnet.com.br
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